“Eu conheço o caminho e quero te mostrar.”
Em 3 noites, o ex-Diretor Geral de Vendas da Lopes mostra o caminho exato que pessoas comuns — sem diploma, sem contato e sem capital — usaram para viver do mercado imobiliário em até 12 meses.
R$97 · 3 noites ao vivo · vagas limitadas por causa das perguntas ao vivo
33 anos de mercado · ex-Diretor Geral de Vendas da Lopes SP e RJ · entrou quando a Lopes tinha 300 corretores, saiu quando tinha 7.000
Você já fez essa conta de cabeça.
Se tudo der certo — a promoção sair, o aumento vier, o curso valer — quanto você vai estar ganhando daqui a cinco anos?
Você sabe o número. E ele não muda sua vida.
Isso não é preguiça sua. É estrutura. Salário tem teto por definição — quem paga precisa que tenha. Você pode trabalhar o dobro que o número no fim do mês continua sendo aquele.
E aí você olha pros lados e vê três portas:
Só que existe uma quarta porta. E quase ninguém fala dela direito.
A porta da comissão. Onde o que você ganha não é definido por um cargo — é definido pelo tamanho do que você fecha.
No mercado imobiliário, uma única venda pode pagar meses de salário. E os dois únicos requisitos legais pra entrar são: 18 anos e ensino médio completo.
Aí vem a pergunta certa: “Se é tão bom assim, por que a renda média do corretor no Brasil é de R$4 mil por mês?”
Essa é exatamente a pergunta que eu passei 33 anos respondendo.

Meu pai queria que eu fosse funcionário público. Meus quatro irmãos foram.
Eu tinha 17 anos quando entrei pela primeira vez numa imobiliária — a do meu padrinho, em Brasília. Fui acompanhar corretor em visita, sem entender nada. Saí de lá sabendo o que eu queria fazer pro resto da vida.
Em setembro de 1993 eu entrei na Lopes. Sem experiência, sem contato, sem capital. Ganhando zero — porque corretor só ganha quando vende.
Três meses depois, sentado na mesa de jantar com meus pais, eu falei uma frase que eles devem ter achado delírio: “em cinco anos eu vou ser gerente dessa empresa, e em dez eu vou ser diretor geral.”
Virei gerente em quatro anos e meio.
Virei Diretor Geral de Vendas em treze.
No meio do caminho: abri a primeira filial da Lopes fora de São Paulo, no Rio — em dois anos a gente era vice-líder do mercado carioca. Coordenei três dos maiores lançamentos da Gafisa em SP. Participei da abertura de capital da empresa na Bolsa.
Entrei numa Lopes de 300 corretores. Saí de uma Lopes de 7.000.
Só que não é essa parte que me interessa te contar.
A parte que interessa é que, nesses 33 anos, eu vi de perto centenas de pessoas comuns entrarem nesse mercado do absoluto zero. Vi quem chegou ao topo e vi quem desistiu em seis meses.
E a diferença entre os dois grupos nunca foi talento. Nunca foi carisma. Nunca foi “ter nascido vendedor”.
Foi a ordem em que fizeram as coisas.
É por isso que a renda média é R$4 mil. Não porque o mercado seja fraco — o mercado nunca esteve tão grande. É porque a maioria entra sem rota. Tira o CRECI, senta numa mesa, espera o cliente cair do céu e descobre tarde demais que ninguém nunca explicou o caminho.
O mercado não é fraco. A preparação é.
Cinco passos. O que muda tudo é a ordem.
Não é falta de informação. Tem vídeo grátis sobre mercado imobiliário até dizer chega.
O que ninguém te dá é a sequência. E no começo, fazer o passo 4 antes do passo 2 é o que separa quem vive disso de quem desiste em seis meses.
Como tirar o CRECI de verdade — o curso, o prazo, o custo real. Não é caro e não é demorado. A maioria trava aqui por não saber que é simples.
Ninguém começa sozinho. Você entra numa estrutura primeiro porque aprende usando o dinheiro e a estrutura dos outros. Quem começa autônomo aprende tudo na raça — e é caro. Site, CRM, tráfego, tudo sai do seu bolso antes da primeira comissão.
O erro clássico do iniciante é querer vender tudo, em todo lugar, pra todo mundo. Você escolhe um produto e uma região. É o que faz um novato de três meses parecer veterano na frente do cliente.
Onde a IA entra — e onde a maioria dos corretores de 20 anos de mercado ainda não chegou. CRM que não deixa cliente esfriar, IA que escreve e responde por você, tráfego que traz gente sem você distribuir panfleto na rua.
A parte que ninguém ensina e vale mais que todas as outras: o cliente que vai comprar de você não é o próximo — ele já está na sua carteira. Corretor quebrado é corretor que só olha pra frente. Eu vou te mostrar o que fazer com quem já falou com você.
Essa é a rota. É a mesma que eu usei em 1993 — atualizada pra um mercado que hoje tem IA.
E é isso que a gente vai percorrer em três noites.

Onde você está e onde dá pra chegar. O tamanho real do mercado, quanto se ganha de verdade em cada faixa, e por que a renda média é R$4 mil. Você sai daqui sabendo se essa profissão é pra você — e eu prefiro que você descubra que não é, de graça, do que descubra depois.
Como se vende um imóvel sem ser vendedor. A conversa que cria confiança em minutos, as perguntas que você precisa fazer antes de mostrar qualquer coisa, e como a IA faz o trabalho pesado enquanto você cuida da parte humana.
Seus primeiros 12 meses, mês a mês. O que fazer no mês 1, no mês 3, no mês 6. Nessa noite eu trago ao vivo alguém que fez esse caminho comigo — pra você ouvir de quem já esteve exatamente onde você está.
Ao vivo, com câmera aberta e perguntas respondidas na hora. Não é aula gravada.
R$97 · 3 noites ao vivo
Em 33 anos eu formei muita gente. Alguns eu acompanho até hoje — e todo dia 20 de novembro a gente se reúne. No ano passado apareceram mais de 150 corretores que trabalharam comigo em algum momento.
Três histórias que dizem mais que qualquer número:
Eu a conheci distribuindo folheto na frente de uma padaria. Contratei como secretária. Ela quis ser corretora. Hoje é gerente de uma incorporadora — e me mandou mensagem no dia em que fechou a primeira venda como gerente. Ela não sabia nada de imóveis quando começou.
Entrou aos 17 anos pra mexer no site — subir e tirar foto de imóvel. Hoje, aos 20, tem independência financeira. Não tem faculdade. Tem método.
Daniela Franco
Nunca pediu pra ser corretora. Num sábado eu tinha dois clientes no mesmo horário e pedi pra ela cobrir um. Ela vendeu. A comissão foi de R$80 mil — e eu dei os 100% pra ela. Hoje ela toca a área comercial da nossa imobiliária e vende melhor que eu.
Nenhum dos três era vendedor. Nenhum dos três tinha experiência.
E tem o Murilo — esse começou comigo do zero na Lopes do Rio, subiu na empresa e hoje é empresário. Um dia ele me escreveu uma carta contando o que aquilo tinha mudado na vida dele. Guardo até hoje.
Meu histórico, se você quiser conferir: 33 anos de mercado, sempre vivendo de comissão — nunca recebi um salário. Ex-Diretor Geral de Vendas da Lopes em São Paulo e no Rio. Abri a primeira filial da empresa fora de SP. Participei da abertura de capital dela na Bolsa em 2007. Coordenei três dos maiores lançamentos da Gafisa em São Paulo.

Eu ouvi essas três frases mais vezes do que consigo contar. Vou responder as três agora — inclusive a que dói.
Ótimo. Falo sério.
Em 33 anos liderando equipes, os profissionais que mais cresceram sob a minha liderança não vieram do ramo. Vieram de fora.
Isso não é frase de efeito — é decisão que eu tomo com dinheiro. Na incorporadora que eu lidero hoje em São Paulo, a gente abriu quatro vagas de corretor com um pré-requisito escrito: nunca ter trabalhado com imóveis. Contratamos os quatro. Foi a melhor contratação que a gente fez.
Quem “já sabe vender” chega cheio de vício. Você chega limpo. E vender imóvel não é empurrar — é fazer as perguntas certas e traduzir. Isso se aprende.
Provavelmente você tentou sem rota. Comprou curso, assistiu vídeo, começou pelo meio.
Eu vi corretor com plantão dos melhores lançamentos de São Paulo passar três meses sem vender — e eu fui um deles. Não faltava cliente. Faltava saber o que fazer com quem já tinha falado comigo.
Não deu certo porque ninguém te deu a ordem.
Aqui eu vou ser honesto e te decepcionar um pouco: isso não funciona como plano B.
Se você quer testar nas horas vagas pra ver se dá, não entra. Esse mercado cobra decisão antes de pagar. E se você entrar com problema financeiro pra resolver amanhã, você sai com dois.
Agora, se você está disposto a decidir — o que eu te peço agora são três noites. Doze horas pra descobrir se esse caminho é o seu.
Doze horas contra os próximos cinco anos ganhando o que você ganha hoje.
R$97 · 1, 2 e 3 de setembro
Sempre vai ter alguém nascendo, casando, separando e morrendo. O imóvel sempre vai existir.Romerio Fonseca
Uma comparação honesta, pra você saber onde isso se encaixa:
O programa do Tom Ferry, maior coach imobiliário do mundo, começa em US$649 por mês. O do Ryan Serhant, US$99 por mês — os dois em inglês, com método americano, pra um mercado que não é o seu.
Uma mentoria individual com quem já foi diretor de operação grande no Brasil não sai por menos de alguns milhares por mês.
Aqui são R$97. Uma vez.
Não é filantropia e nem “oportunidade única”: é o preço de entrada. Eu prefiro que muita gente entre barato, veja o caminho, e depois quem quiser ir fundo comigo, vai.
à vista ou parcelado no cartão
Garantia da Primeira Noite · 1, 2 e 3 de setembro
Assista à noite de terça inteira. Se ao final você achar que esse caminho não é pra você — me manda uma mensagem e eu devolvo os R$97. Sem formulário, sem pergunta, sem ligação de retenção.
Você fica com o conteúdo da primeira noite de qualquer jeito.
Eu passei 33 anos vendendo imóvel — a única coisa que eu não quero é alguém na sala contrariado. Prefiro devolver.
Não tem lote virando, não tem preço subindo à meia-noite e não tem cronômetro piscando nessa página.
Tem uma data real: terça-feira, 1º de setembro, 19h30. É ao vivo. Se você não estiver lá, você não estará lá.
As vagas são limitadas de verdade — porque eu respondo pergunta ao vivo, e isso não escala.
A única pergunta que sobra é a que eu te fiz lá em cima:
Quanto vai te custar continuar mais cinco anos exatamente onde você está hoje?
R$97 · Garantia da Primeira Noite · 1, 2 e 3 de setembro
Não. Se você já tem, ótimo — você vai direto pro passo 2. Se não tem, a primeira noite é exatamente sobre como tirar: o curso, o custo real, o prazo. Muita gente descobre ali que era mais simples do que imaginava.
Funciona. Eu construí carreira nos dois maiores mercados do país, mas o método não é geográfico — é a ordem dos passos. Imóvel se vende em cidade de 30 mil habitantes do mesmo jeito: com carteira organizada, produto recortado e relacionamento. O que muda é o tamanho do ticket, não o caminho.
Eu tenho 33 anos de mercado e continuo atendendo cliente. Esse é um dos poucos mercados onde idade é ativo, não passivo — quem vai assinar o maior contrato da vida prefere conversar com alguém que já viveu um pouco. O que atrapalha não é ter 45. É entrar sem rota aos 45.
Você não precisa confiar em mim. Confira: fui Diretor Geral de Vendas da Lopes em São Paulo e no Rio, abri a primeira filial da empresa fora de SP e participei da abertura de capital dela na Bolsa em 2007. Está tudo em entrevista pública. Se depois de conferir você ainda achar que não, não se inscreve.
Assiste à primeira noite inteira e me pede o dinheiro de volta. Eu devolvo. Prefiro isso a te ver perder um ano tentando uma coisa que não era sua.
O curso técnico e o registro no CRECI custam algumas centenas de reais e você tira em poucos meses. Não precisa de capital, não precisa de estoque, não precisa de sala. Precisa de tempo e de decisão — e esse é o custo real, que é maior que o financeiro. Eu falo abertamente sobre os dois números na primeira noite.
Vai ter conteúdo nas três noites. E sim, na última eu falo do que eu faço depois — porque seria estranho passar 12 horas com você e esconder isso. Mas se você sair só com as três noites, você sai com a rota inteira na mão. Foi pra isso que você pagou.
Eu sei o que é olhar pra frente e não enxergar como sair do lugar.
Meu pai queria que eu fizesse concurso, como meus quatro irmãos. Era o caminho seguro, o caminho que a família entendia. Eu escolhi um que ninguém ali entendia — uma profissão onde você trabalha sem nenhuma garantia de receber. Aos 17 anos, sem experiência, sem dinheiro e sem nenhum contato em São Paulo.
Levei anos pra entender uma coisa: eu não demorei porque era difícil. Demorei porque ninguém tinha me dado a ordem das coisas. Eu descobri tudo tropeçando, e cada tropeço custou meses.
É isso que me incomoda até hoje. Existem 650 mil corretores no Brasil ganhando em média R$4 mil por mês num mercado que paga muito mais — não porque sejam ruins, mas porque entraram sem mapa. E existe muito mais gente do lado de fora, achando que isso é coisa pra quem já tem contato ou já sabe vender.
Não é. Eu formei uma moça que eu conheci distribuindo folheto na porta de uma padaria. Ela é gerente de incorporadora hoje.
Eu não vou te prometer que você vai ficar rico em um ano. Não sei nada da sua vida, e quem promete isso está mentindo.
O que eu posso fazer é te entregar, em três noites, o caminho que levei 33 anos pra montar — e que eu percorreria de novo hoje se tivesse que começar do zero.
O que você faz com ele depois é com você.
Te espero na terça.
R$97 · 1, 2 e 3 de setembro · 19h30 · Garantia da Primeira Noite
Eu contei essa história inteira num podcast do mercado imobiliário — a Lopes, o Rio, os 33 anos, e por que meu crachá diz “Romário”.
Podcast Tijolo a Tijolo — entrevista conduzida por Gisely Marques. Cerca de 50 minutos sobre mercado imobiliário, carreira e o que mudou em três décadas.
R$97 · 1, 2 e 3 de setembro · 19h30 · Garantia da Primeira Noite